Esse blog será um espaço para compartilharmos nossas leituras e ideias. Convidamos vocês para essa viagem maravilhosa ao mundo da imaginação!
BIBLIOTECA MONTEIRO LOBATO
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Memórias Literárias
Textos de Memórias Literárias
produzidos pelos
Alunos do 8º ano vespertino
na participação da
Olimpíada da Língua Portuguesa
Edição 2010
Escola de Educação Básica
Profº Mário Bonessi
Diretora: Enair Bugmam
Profª Edna Kurisini Diatel
Indaial
2010
Simplesmente
Nasci e cresci em Indaial. Cidade simples, estrada de terra, parecia querer se ajeitar entre outras da região! Lugar que, aparentemente, não oferecia luxo e riqueza, mas que na essência, era especial. Hoje, é a cidade das flores!
Naquela época, morava com minha família em uma casinha de madeira muito confortável, onde, vivíamos felizes, apesar das dificuldades.
Antigamente, no lugar, não havia muito comércio e as ruas eram precárias, sem falar nos transportes. Hoje mudou, já temos o que faltava e um pouquinho mais. Essas facilidades não me fazem esquecer dos bons momentos vividos e essas lembranças, ainda, florescem e enfeitam meus dias.
Quando menina,gostava muito de ir à escola, longe ou perto, necessário ou não. Amava desenhar e pintar tanto que sonhava em ser professora de artes... Sem falar de uma ciência diferente, a de chutar latas. Isso era divertido e, ainda considero essa brincadeira a melhor.
Mais tarde, depois das brincadeiras, vieram os amores e sentimentos apurados, a paixão e o primeiro beijo -“algo que ninguém esquece”- principalmente, naquela época, que tudo era mais difícil e mais rígido.
Hoje, eu, Elisabeth Bertran, trabalho na escola Mario Bonessi como merendeira. Tenho 55 anos e não me arrependo de nada que fiz na minha vida. Sigo assim, feliz e, simplesmente.. . . e hei de morrer do mesmo jeito.
Michelle M. dos Santos
A magia das histórias de Elizabeth...
Meu nome é Elisabeth. Tenho 55 anos, nasci e cresci em Indaial época mais calma do que hoje em dia..
Naquele tempo eu morava em um bairro que dava até medo! Era deserto, não tinha muitas casas e nem comercio. Elas eram todas de madeira, e algumas com piso de barro. Nossa! Era horrível viver naquelas condições, aquele chão úmido, aquelas paredes cheias de cupins. Eu ficava aterrorizada! Quando o vento assoprava nas janelas dava a impressão de que eu não estava sozinha.
Naquele tempo eu morava em um bairro que dava até medo! Era deserto, não tinha muitas casas e nem comercio. Elas eram todas de madeira, e algumas com piso de barro. Nossa! Era horrível viver naquelas condições, aquele chão úmido, aquelas paredes cheias de cupins. Eu ficava aterrorizada! Quando o vento assoprava nas janelas dava a impressão de que eu não estava sozinha.
Antigamente, eu ia à escola a pé. E como toda criança, eu tinha um sonho: ser professora de artes, mas não deu muito certo. Parei de estudar na 4º série. Fiquei muito triste, porque tinha que ajudar meus pais no trabalho. Nas horas de folga, brincava com meus amiguinhos de chutar latas, jogar bola, de boneca, era muito divertido!
Naquela época o meu primeiro beijo com o meu único namorado, aconteceu aos 18 anos. Eu estava totalmente apaixonada. Quando ele beijou-me senti como se estivesse nas nuvens. Minhas pernas tremiam e quase desmaiei. Ele foi e será o meu primeiro e único amor.
Hoje, tenho 55 anos, 3 filhos maravilhosos que amo muito. A única coisa de que me arrependo é de não ter estudado.
Sou a merendeira mais querida do colégio Mário Bonessi e é assim que vou levando a vida. Essa é a minha história com muitas emoções tristezas e alegrias.
Jéssica Rodrigues da S. Sandoval
Perfume do Passado
Eu sou Elisabeth. Nasci e cresci em Indaial, há muitos anos atrás. A cidade era pequena e as ruas eram todas de barro. Hoje, a cidade é mais moderna.
Quando era criança, morava numa casinha pequena de madeira com um quintal organizado e muitas flores que na primavera soltavam um aroma maravilhoso de flores suaves. Hoje, aquela casinha velha de madeira, é de material, pintada de amarelo, muito bela. Quando olho para ela fico lembrando dos velhos tempos. Ah,como era bom ser criança! Me emociono muito quando lembro daquela época!
No tempo de criança, adorava brincar com meus amigos de chutar latas e pular corda. Essas eram as brincadeiras mais conhecidas. Mas tudo não era diversão pois tinha que andar quilômetros para chegar à escola.
A forma de namorar era diferente. O meu namorado tinha que vir em minha casa escondido dos meus pais porque era proibido namorar antes dos 18 anos.
Hoje, já sei que toda minha vida foi bem aproveitada. Sou merendeira de uma escola perto de casa, gosto dessa profissão. Tenho 3 filhos, um marido e sou feliz!
Naiara Kathlin Figueiró
As palavras de uma história
Nasci e cresci em Indaial. No meu tempo uma cidade calma e pacífica com estradas de terra batida, bem diferente dos tempos de hoje.
Antigamente, eu e minha família morávamos em uma casa aconchegante, porém pequena, onde desfrutávamos de um grande terreno. Papai havia plantado várias árvores frutíferas e mamãe cuidava seus canteiros de flores. Ela odiava que eu e meus irmãos brincássemos nele. Ah, como éramos felizes!
Naquela época, para ir à escola, eu andava quilômetros, mas isso não impedia que a alegria me acompanhasse. Porém, muitas vezes, a tristeza me seguia logo nos primeiros passos! Quando voltava para casa ajudava mamãe com o serviço para depois poder brincar. Minha brincadeira favorita era chuta-latas. Me sentia a rainha das chutadoras de lata, não perdia uma só vez. Brincava até mamãe nos convidar para tomar banho e ir jantar.
Quando era menina, não podíamos namorar, mas não costumava ser muito obediente! Saía muito com meus amigos, dançávamos até os pés ficarem cheios de bolhas, diferente dos dias de hoje, onde as pessoas saem para beber e não mais para se divertir.
Hoje em dia, sou uma mulher feliz! Tenho um marido que me completa e me faz querer viver. Posso até não ser a mulher mais bela, mas com certeza, a mais amada.
Débora R. da Silva
O desenho das flores da vida
Nasci e cresci em Indaial numa época em que as pessoas andavam de bicicleta ou a pé, bem diferente de hoje, quando os carros ocupam as ruas. A cidade era pequena, poucas casas e com ruas de barro. O meu bairro não passava de uma clareira no meio do mato. Hoje, a maioria das ruas já são asfaltadas, com várias casas e comércio. Naquela época, eu ajudava a lavar a louça e preparava um ensopado que era de comer rezando! Também cuidava das minhas irmãs pois eram umas pestes... Antigamente, existiam várias brincadeiras mas chutar latas era a minha favorita, brincava o dia inteiro e não queria parar. Quando estudava, a escola era longe e tinha que caminhar quilômetros a pé. O único motivo que me guiava para não parar de estudar era o prazer pela leitura e a vontade de ser professora de artes. Pintava e desenhava, com muito orgulho, minhas flores e borboletas que pareciam voar de verdade! Se tirasse uma só nota baixa, meu pai me batia com o cinto “e como batia forte” mas depois pedia desculpas...Lembro-me bem do meu primeiro namorado. Usava um perfume delicioso de jasmim. Cumprimentava meu pai com tanto medo que chegava a suar frio! Saíamos juntos para as festas de igreja e para o bailão. Nos matávamos de tanto dançar! Para beijar, ficávamos escondidos! Na época era proibido. Com 18 anos, casei-me com o mesmo primeiro namorado. Um pouco tarde, pois as minhas amigas, não passaram dos 16 anos. O tempo passou depressa e hoje, eu, Elisabeth, uma merendeira de 55 anos, não sei o final dessa história. Se soubesse estaria morta. Como não estou, posso, ainda, escrever um livro inteiro!
Jorge Pavanello
As macieiras de dona Elisabeth
Eu, Elisabeth, nasci e cresci em Indaial numa época mais tranquila do que hoje, com poucas casas e pessoas.
Morávamos em uma casa muito pequena de madeira, da cor roxa, na qual era cercada por macieiras que davam frutas o ano todo. Ela era muito especial porque tinha o chão macio e feito de barro.
Naquela época, eu amava brincar com nosso velho carro de boi que vivia encostado nas macieiras. Todo dia, de segunda a sexta-feira nós estudávamos em uma escola improvisada nos fundos de uma casa de madeira. Levava o material em uma sacola feita de farinha de trigo que cansava os meus braços. Eu me achava mais pobre que os outros por causa da sacola! Quando eu era menina, eu tinha um grande amor, ele se chamava Matheus Massaia Bittelo. Eu o amava e ele a mim.. O nosso amor era proibido porque meu pai não gostava dele por causa da sua religião.
Hoje, moro em Blumenau com meus filhos e o meu marido. Sou aposentada, sustento a minha família e sou muito feliz.
William Matheus Ramos
No Quintal de Casa
Nasci e ainda moro em Indaial, uma cidadezinha que ao longo do tempo foi se desenvolvendo. Naquela época as ruas eram todas de terra, que ao sol, parecia um deserto interminável. Hoje, as mesmas ruas por onde andei estão todas asfaltadas e muito movimentadas. Ah! Que saudade do tempo em que era criança....
Antigamente, morava em uma casa grande, com um vantajoso quintal. Havia várias árvores frutíferas e a minha favorita era o pé de jabuticaba. Eu e meus irmãos sentávamos embaixo dela e ficávamos saboreando os seus frutos. Era tão bom! Fechava os olhos e me sentia nas nuvens... Hoje, o pé de jabuticaba foi cortado pelos novos donos.
Tenho muitas lembranças daquele lindo quintal, naquele tempo. Depois de chegarmos do trabalho,íamos brincar de roda-roda, esconde-esconde, pega-pega. A minha preferida mesmo era chuta-latas. Ficávamos ali, até quando o sol se escondia. Eu e meus amigos nos sentávamos em uma colina para assistir aquele magnífico crepúsculo. Saíamos de lá quando escutava minha mãe chamando para tomar banho. Nos dias de hoje a brincadeira das crianças é a internet, telefone celular, MP4, etc.. Ficam o dia todo trancados em seus quartos sem se mexer e sem fazer brincadeiras,como antigamente.
Passou-se o tempo, e com 18 anos tive um namorado de nome João. Era um rapaz muito lindo, cabelos escuros e radiantes olhos verdes. Parecia que fomos feitos um pro outro! Só que nem tudo era um mar de rosas! Depois de dois anos tive um filho, e logo depois me separei. Casei-me cinco anos depois com o rapaz com quem já convivia.
Hoje, tenho a ocupação de merendeira em uma escola perto de casa. Sou casada. tenho três filhos e três netos. Muito prazer, sou Elisabeth!
Enaê Priscila Correia
Campeã de todos os campeonatos
Eu, Elisabeth Bertran, nasci e cresci em Indaial há 55 anos atrás, numa época muito diferente de hoje.
Naquele tempo, não tinha muitos carros e casas. Hoje são tantos que não há mais espaço para plantar .
Antigamente, a escola era muito distante da minha casa e eu tinha que ir a pé . Quando chovia, eu chegava toda suja de lama porque as ruas eram de barro. .Lá, eu e meus amigos brincávamos de pega-pega, esconde-esconde, chuta-lata . Eram tantas que nem me lembro de todas, mas chutar latas era a que eu mais gostava.. Sentia uma alegria imensa porque ganhava todos os campeonatos.
Antigamente, a escola era muito distante da minha casa e eu tinha que ir a pé . Quando chovia, eu chegava toda suja de lama porque as ruas eram de barro. .Lá, eu e meus amigos brincávamos de pega-pega, esconde-esconde, chuta-lata . Eram tantas que nem me lembro de todas, mas chutar latas era a que eu mais gostava.. Sentia uma alegria imensa porque ganhava todos os campeonatos.
Naquela época, namorar era muito difícil porque os pais não saíam do pé . Não podia beijar nem abraçar, só os casados podiam fazer isso.
Hoje, ainda moro em Indaial. Trabalho na escola Mario Bonessi e tenho muito orgulho de ser merendeira.. Fico muito feliz quando os alunos fazem homenagem no dia do trabalhador e lembram das merendeiras.
Bruno dos Santos Nascimento
A magia de dona Elisabeth
Nasci e cresci em Indaial, há muito tempo atrás. Era uma garotinha vinda de uma família muito boa.
Antigamente, morava em um lugar muito distante das outras casas. A noite, quanto eu e meus irmãos íamos dormir, ficávamos com muito medo pois atrás de minha casa havia uma floresta encantada com muitos monstros diferentes. As árvores pareciam lobos assustadores e as flores, á noite pareciam animais carnívoros. Havia também uma horta com plantas de poderes mágicos.
Quanto eu era criança, adorava estudar, andava alguns quilômetros a pé para chegar à escola e, chegando lá, ia brincar com minhas amigas de boneca, chutar lata e também pular corda.
Naquele tempo, eu também tive vários paqueras e namorados. Hoje sou casada e tenho três filhos.
Nesse tempo que passou, posso garantir que estou muito orgulhosa porque, hoje, sou muito feliz com minha família e sinto comigo uma emoção grande de viver.
Laíza T. Padilha
O viver da minha história
Meu nome é Elisabeth. Nasci em Indaial numa época muito mais calma do que hoje.
Antigamente as ruas eram de terra. Em volta das casas havia hortas e muitas árvores. A minha casa era de madeira com bastante cupim. O chão era de barro. Quando eu me deitava, as portas batiam sem parar e eu ficava com muito medo! Quando eu era menina, trabalhava com os meus pais na roça, mas sempre sobrava um tempo para brincar de boneca, chutar latinha, pular corda e muitas outras coisas. Era tão legal chutar latinhas que, um dia, eu quase fui parar no hospital porque torci meu pé. Isso doeu tanto que eu até chorei!
Naquela época, para namorar, só com 18 anos. Eu tinha que ficar com ele, na frente dos meus pais.
Hoje, sou merendeira de uma escola maravilhosa. Tenho 3 filhos que me deram netos e com o amor da minha vida, estou!
Sarah Dionisia Fabian
O retrato da vida
Me chamo Elisabeth. .Nasci e cresci em Indaial há muitos anos atrás, quando a cidade era pequena e com poucas casas no bairro. Hoje, tem vários prédios e todas as ruas são asfaltadas.
Antigamente, morava em uma casa de madeira que ficava nos fundos de uma rua sem saída. Acordava com o som das galinhas, cantando seu irritante e agudo som,às 6 horas da manhã!
Quando eu era uma garotinha, adorava brincar com meus amigos de chutar latas, além de outras como: peteca, pular corda, pega-pega e esconde-esconde. Na escola jogávamos pingue-pongue,amarelinha e mata soldado.
Quando namorava, gostava de homens mais velhos pois podíamos ir a qualquer lugar juntos porque ele era de maior. Sempre íamos ao cine Mok juntos. Era o nosso local preferido.
Hoje, sou merendeira e trabalho na escola Mário Bonessi. Tenho 55 anos, 3 filhos maravilhosos e netos que, no futuro, poderão contar minha história!
Delaila Maria Weiss
Do passado ao presente
Sou Elisabeth Bertran.. Nasci e cresci em Indaial, local onde vivo ate hoje. As condições de vida do tempo em que eu era menina, eram diferentes das condições de hoje. Orgulhava-me da vida que levava pois tinha tudo o que precisava, apesar das dificuldades.
Naquele tempo, minha casa era de madeira e ficava perto de um matagal escuro que cobria a metade da rua que era de barro. De noite, a escuridão tomava conta da estrada.. Na hora de dormir, ficava com tanto medo que me escondia de baixo das cobertas e não saía até amanhecer.
No bairro, não havia escola, por isso tinha que ir a pé até o colégio que ficava no centro. De tanto andar, me sentia cansada e, às vezes, pensava em parar de estudar, mas via que não valia pena. Então, reunia os amigos e nos divertíamos com várias brincadeiras como: chutar latas, esconde-esconde e muito mais.
Quando eu era jovem, vivia de olho em um rapaz que morava perto da minha casa. Quando o via, meu coração acelerava. Ele foi meu primeiro namorado, e é até hoje. Meu primeiro beijo também foi com ele, e me senti dona do mundo.
Hoje, tenho 55 anos, moro no mesmo bairro, e trabalho de merendeira na Escola de E. B. Profº Mario Bonessi. Tenho 3 filhos já formados e uma família feliz. Não é o emprego que eu queria mas consigo pagar minhas contas e comprar umas coisinhas para mim. Gosto da vida que tenho e me orgulho do que passei pois consegui quase tudo o que sonhei para minha vida, apesar das dificuldades.
Josiane da Cruz
Brincadeiras do passado
Eu, Elisabeth, nasci e cresci em Indaial, numa época mais tranquila do que hoje, com poucas casas e pessoas.
Antigamente, morávamos numa casa de madeira muito pequena com muitas árvores em redor.
Quando era menina, brincávamos de boneca, chuta-lata e esconde-esconde. A escola era muito longe e tinha que ir a pé.
Na minha época, namorar não era como hoje. Não podia andar abraçado. Dei meu primeiro beijo com 16 anos.
Hoje, tenho 55 anos, trabalho na escola e gosto da minha profissão de merendeira. Quero que meus filhos sigam meus exemplos e que saibam que levar a vida não é fácil. Vivo feliz com meu marido Ricardo Bertran.
Gabriel de Freitas
As Aventuras do meu passado
Nasci e cresci em Indaial numa época bem distante.
Naquele tempo, morava em uma casa que tinha um jardim onde minha mãe plantava flores e meu pai uma bela horta e enquanto isso eu e meus irmãos ajudávamos na limpeza.
Quando eu era menina, só tinha tempo para ir á escola e trabalhar. Só nos finais de semana brincava com meus amigos. A brincadeira que mais gostávamos era chuta–latas.
Naquela época, nós namorávamos escondidos e dei o meu primeiro beijo com 16 anos. Quando eu e meu namorado começamos a trabalhar, depois de algum tempo, fomos morar juntos. Nos casamos com 20 anos e tivemos 3 filhos.
Eu me chamo Elisabeth Bertran Tenho 55 anos e sou merendeira numa escola perto de minha casa. Mas este não é o final de minha história pois tenho muito que viver e muito que contar de minha vida.
Geovane Baldo
Brincadeiras de criança
Nasci e cresci em Indaial. Na minha época, uma cidade onde as pessoas se divertiam brincando nas ruas de barro, bem diferentes de hoje , em que as pessoas se divertem assistindo tv e mexendo nos computadores.
Naquele tempo, morávamos em uma casa muito pequena de madeira da cor verde limão. Era cercada por figueiras que davam frutos o ano todo. Ela era muito especial porque dava uma sombra muito agradável.
Quando eu era menina, amava brincar de pega-pega, esconde-esconde e chuta-latas , essa era a brincadeira que nós mais gostávamos.
Naquela época, era bem difícil para namorar porque os meus pais ficavam olhando. Eu e meu namorado íamos ao cinema e às festas da igreja e assim nós namorávamos.
Hoje, trabalho em uma escola como merendeira. Sou casada, tenho filhos e sou muito feliz com o meu trabalho e minha vida.
Matheus Massaia Bitello
Dificuldades
Nasci em Santa Catarina, na cidade de Indaial perto de Blumenau num bairro bem simples que se chamava Benedito.
Antigamente, a minha casa era pequena, perto do rio Benedito. Ali morávamos eu e minha família. Mamãe chamava-se Maria e meu pai Eduardo. Eles eram muito trabalhadores e de vez em quando, ajudava a plantar, a regar, mexer a terra e colher.
Quando era menina, na escola, brincávamos de: esconde-esconde, jogo da lata, pular corda, entre outros. As aulas também eram muito boas, pois os professores eram muito exigentes.
Naquela época, meu primeiro beijo foi com o meu primeiro namorado, aos 18 anos, no cine Mok. Só foi possível porque meus pais não estavam presentes, pois não me deixariam namorar, era proibido! Então, namorávamos escondidos e fui muito feliz com José.
Hoje, minha vida e minha cidade mudaram completamente. Eu casei com José, tenho 2 filhos lindos e saudáveis.
Sabrina Thais Vidal
A vida de uma mulher trabalhadora
Nasci e cresci em Indaial numa época muito tranquila. Hoje, tenho 55 anos e Indaial está muito diferente.
Naquela época, morava numa casa de madeira e em algumas paredes havia cupim. O teto e o chão eram cheios de furos. A minha cama feita de palha, era muito ruim de dormir! A noite, havia movimentos e ruídos e não conseguia dormir.
Antigamente, quando ia à escola, era um sofrimento pois tinha que andar quilômetros para chegar lá, debaixo de sol. Chegava, e já ia brincar com os meus amigos. A primeira vez que fui brincar de chuta -lata, era tanta emoção que quebrei meu pé. Fui parar no hospital e depois ficou tudo bem.
Quando era menina, meu primeiro beijo foi desastroso pois mordi os lábios do primeiro menino. O coitado ficou com a boca inchada. Com 14 anos tive meu primeiro namorado e com 17,casei-me com um homem muito carinhoso.
Hoje, trabalho de merendeira. Tenho 3 filhos e netos. Tenho orgulho do que conquistei, por isso sou uma mulher feliz.
Nicole Santos Rocha
As histórias de adolescente
Eu, Elisabeth Bertran, tenho 55 anos. Nasci e cresci em Indaial há muito tempo, numa época bem diferente de hoje. Antigamente, a cidade era pequena com poucas casas e pouco comércio. Hoje, tem de sobra.
Naquele tempo, a minha casa era de madeira com dois cômodos.
Naquela época, eu e minhas amigas jogávamos chuta-lata, pique-esconde, pega-pega e demais brincadeiras.
De repente, eu cresci, fiquei adolescente e tive meu primeiro namorado chamado Pedro. Nós íamos às festas da igreja, tomávamos sorvete e também ao cinema chamado cine Mok.
Hoje, sou merendeira na Escola Mário Bonessi. Fico feliz de oferecer merenda aos alunos. Moro com o meu esposo e filho e tenho muito mais para contar!
Daniel Mendes
Assinar:
Postagens (Atom)






