BIBLIOTECA MONTEIRO LOBATO

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Memórias Literárias

A vida é uma surpresa...

Textos de Memórias Literárias

 produzidos pelos
Alunos do 8º ano vespertino

na participação da

 Olimpíada da Língua Portuguesa
Edição 2010

 Escola de Educação Básica
 Profº Mário Bonessi

Diretora: Enair Bugmam

Profª Edna Kurisini Diatel


Indaial
2010

Simplesmente

Nasci e cresci em Indaial. Cidade simples, estrada de terra, parecia querer se ajeitar entre outras da região! Lugar que, aparentemente, não oferecia luxo e riqueza, mas que na essência, era especial. Hoje, é a cidade das flores!
Naquela época, morava com minha família em uma casinha de madeira muito confortável, onde, vivíamos felizes, apesar das dificuldades.
Antigamente, no lugar, não havia muito comércio e as ruas eram precárias, sem falar nos transportes. Hoje mudou, já temos o que faltava e um pouquinho mais. Essas facilidades não me fazem esquecer dos bons momentos vividos e essas lembranças, ainda, florescem e enfeitam meus dias.
   Quando menina,gostava muito de ir à escola, longe ou perto, necessário ou não. Amava desenhar e pintar tanto que sonhava em ser professora de artes... Sem falar de uma ciência diferente, a de chutar latas. Isso era divertido e, ainda considero essa brincadeira a melhor.
   Mais tarde, depois das brincadeiras, vieram os amores e sentimentos apurados, a paixão e o primeiro beijo  -“algo que ninguém esquece”- principalmente, naquela época, que tudo era mais difícil e mais rígido.
   Hoje, eu, Elisabeth Bertran, trabalho na escola Mario Bonessi como merendeira. Tenho 55 anos e não me arrependo de nada que fiz na minha vida. Sigo  assim, feliz e, simplesmente.. . . e hei de morrer do mesmo jeito.                   

  Michelle M. dos Santos

A magia das histórias de Elizabeth...

Meu nome é Elisabeth. Tenho 55 anos, nasci e cresci em Indaial época mais calma do que hoje em dia..                 
Naquele tempo eu morava em um bairro que dava até medo! Era deserto, não tinha muitas casas e nem comercio. Elas eram todas de madeira, e algumas com piso de barro. Nossa! Era horrível viver  naquelas condições, aquele chão úmido, aquelas paredes cheias de cupins. Eu ficava aterrorizada! Quando o vento assoprava nas janelas dava a impressão de que eu não estava sozinha.
Antigamente, eu ia à escola a pé. E como toda criança, eu tinha um sonho: ser professora de artes, mas não deu muito certo. Parei de estudar na 4º série. Fiquei muito triste, porque tinha que ajudar meus pais no trabalho. Nas horas de folga, brincava com meus amiguinhos de chutar latas, jogar bola, de boneca, era muito divertido!
Naquela época o meu primeiro beijo com o meu único namorado, aconteceu aos 18 anos. Eu estava totalmente apaixonada. Quando ele beijou-me senti como se estivesse nas nuvens. Minhas pernas tremiam e quase desmaiei. Ele foi e será o meu primeiro e único amor.
Hoje, tenho 55 anos, 3 filhos maravilhosos que amo muito. A única coisa de que me arrependo é de não ter estudado.
Sou a merendeira mais querida do colégio Mário Bonessi e é assim que vou levando a vida. Essa é a  minha história com muitas emoções tristezas e alegrias.

Jéssica Rodrigues da S. Sandoval

Perfume do Passado

Eu sou Elisabeth. Nasci e cresci em Indaial, há muitos anos atrás. A cidade era pequena e as ruas eram todas de barro. Hoje, a cidade é mais moderna.
Quando era criança, morava numa casinha pequena de madeira com um quintal organizado e muitas flores que na primavera soltavam um aroma maravilhoso de flores suaves. Hoje, aquela casinha velha de madeira, é de material, pintada de amarelo, muito bela. Quando olho para ela fico lembrando dos velhos tempos. Ah,como era bom ser criança! Me emociono muito quando lembro daquela época!   
No tempo de criança, adorava brincar com meus amigos de chutar latas e pular corda. Essas eram as brincadeiras mais conhecidas. Mas tudo não era diversão pois tinha que andar quilômetros para chegar à escola.
A forma de namorar era diferente. O meu namorado tinha que vir em minha casa escondido dos meus  pais porque era proibido namorar antes dos 18 anos.
Hoje, já sei que toda minha vida foi bem aproveitada. Sou merendeira de uma escola perto de casa, gosto dessa profissão. Tenho 3 filhos, um marido e sou feliz! 

Naiara Kathlin Figueiró

As palavras de uma história



Nasci e cresci em Indaial. No meu tempo uma cidade calma e pacífica com estradas de terra batida, bem diferente dos tempos de hoje.
  Antigamente, eu e minha família morávamos em uma casa aconchegante, porém pequena, onde desfrutávamos de um grande terreno. Papai havia plantado várias árvores frutíferas e mamãe cuidava seus canteiros de flores. Ela odiava que eu e meus irmãos brincássemos nele. Ah, como éramos felizes!
      Naquela época, para ir à escola,  eu andava quilômetros, mas isso não impedia que a alegria me acompanhasse. Porém, muitas vezes, a tristeza me seguia logo nos primeiros passos! Quando voltava para casa ajudava mamãe com o serviço para depois poder brincar. Minha brincadeira favorita era chuta-latas. Me  sentia a rainha das chutadoras de lata, não perdia uma só vez. Brincava até mamãe nos convidar para tomar banho e ir jantar.
      Quando era menina, não podíamos namorar, mas não costumava ser muito obediente! Saía muito com meus amigos, dançávamos até os pés ficarem cheios de bolhas, diferente dos dias de hoje, onde as pessoas saem para beber e não mais para se divertir.
      Hoje em dia, sou uma mulher feliz! Tenho um marido que me completa e me faz querer viver. Posso até não ser a mulher mais bela, mas com certeza, a  mais amada.

                             
Débora R. da Silva

O desenho das flores da vida


Nasci e cresci em Indaial numa época em que as pessoas andavam de bicicleta ou a pé, bem diferente de hoje, quando os carros ocupam as ruas. A cidade era pequena, poucas casas e com ruas de barro. O meu bairro não passava de uma clareira no meio do mato. Hoje, a maioria das ruas já são asfaltadas, com várias casas e comércio.  Naquela época, eu ajudava a lavar a louça  e preparava um ensopado que era de comer rezando! Também cuidava das minhas irmãs pois eram umas pestes... Antigamente, existiam várias brincadeiras mas chutar latas era a minha favorita, brincava o dia inteiro e não queria parar.  Quando estudava, a escola era longe e tinha que caminhar quilômetros a pé. O único motivo que me guiava para não parar de estudar era o prazer pela leitura e a vontade de ser professora de artes. Pintava e desenhava, com muito orgulho, minhas flores e borboletas que pareciam voar de verdade! Se tirasse uma só nota baixa, meu pai me batia com o cinto “e como batia forte” mas depois pedia desculpas...Lembro-me bem do meu primeiro namorado. Usava um perfume delicioso de jasmim. Cumprimentava meu pai com tanto medo que chegava a suar frio! Saíamos juntos para as festas de igreja e para o bailão. Nos matávamos de tanto dançar! Para beijar, ficávamos escondidos! Na época era proibido. Com 18 anos, casei-me com o mesmo primeiro namorado. Um pouco tarde, pois as minhas amigas, não passaram dos 16 anos. O tempo passou depressa e hoje, eu, Elisabeth, uma merendeira de 55 anos, não sei o final dessa história. Se soubesse estaria morta. Como não estou, posso, ainda, escrever um livro inteiro!

Jorge Pavanello

As macieiras de dona Elisabeth



Eu, Elisabeth,  nasci e cresci em Indaial numa época mais tranquila do que hoje, com poucas casas e pessoas.
Morávamos em uma casa muito pequena de madeira, da cor roxa, na qual era cercada por macieiras que davam frutas o ano todo. Ela era muito especial porque tinha o chão  macio e feito de barro.
Naquela época, eu amava brincar  com nosso velho carro de boi que vivia encostado nas macieiras. Todo dia, de segunda a sexta-feira  nós estudávamos em uma escola improvisada nos fundos de uma casa de madeira. Levava o material em  uma sacola feita de farinha de trigo que cansava os meus braços. Eu me achava mais pobre que os outros por causa da sacola!   Quando eu era menina, eu tinha um grande amor, ele se chamava Matheus Massaia Bittelo. Eu o amava e ele a mim.. O nosso amor era     proibido porque meu pai não gostava dele por causa da sua religião.
         Hoje, moro em Blumenau com meus filhos e o meu marido. Sou  aposentada, sustento a minha família e sou muito feliz.



William Matheus Ramos

No Quintal de Casa



         Nasci e ainda moro em Indaial, uma cidadezinha    que ao longo do tempo foi se desenvolvendo. Naquela época as ruas eram todas de terra, que ao sol, parecia um deserto interminável. Hoje, as mesmas ruas por onde andei estão todas asfaltadas e muito movimentadas. Ah! Que saudade do tempo em que era criança....      
         Antigamente, morava em uma casa grande, com um vantajoso quintal. Havia várias árvores frutíferas e a minha favorita era o pé de jabuticaba. Eu e meus irmãos sentávamos embaixo dela e ficávamos saboreando os seus frutos. Era tão bom! Fechava os olhos e me sentia nas nuvens... Hoje, o pé de jabuticaba foi cortado pelos novos donos.
         Tenho muitas lembranças daquele lindo quintal, naquele tempo. Depois de chegarmos do trabalho,íamos brincar de roda-roda, esconde-esconde, pega-pega. A minha preferida mesmo era chuta-latas. Ficávamos ali, até quando o sol se escondia. Eu e meus amigos nos sentávamos em uma colina para assistir aquele magnífico crepúsculo. Saíamos de lá quando escutava minha mãe chamando para tomar banho. Nos dias de hoje a brincadeira das crianças é a internet, telefone celular, MP4, etc.. Ficam o dia todo trancados em seus quartos sem se mexer e sem fazer brincadeiras,como antigamente.
         Passou-se o tempo, e com 18 anos tive um namorado de nome João. Era um rapaz muito lindo, cabelos escuros e radiantes olhos verdes. Parecia que fomos feitos um pro outro! Só que nem tudo era um mar de rosas! Depois de dois anos tive um filho, e logo depois me separei. Casei-me cinco anos depois com o rapaz com quem já convivia.
         Hoje, tenho a ocupação de merendeira em uma escola perto de casa. Sou casada. tenho três filhos e três netos. Muito prazer, sou Elisabeth!

 
Enaê Priscila Correia

Campeã de todos os campeonatos



Eu, Elisabeth Bertran, nasci e cresci em Indaial  há 55 anos atrás, numa época muito diferente de hoje.
Naquele tempo, não tinha muitos carros e casas. Hoje são tantos que não há mais espaço para plantar .
Antigamente, a escola era muito distante da minha casa  e eu tinha que ir a pé . Quando  chovia, eu chegava toda suja de lama  porque as ruas eram de barro. .Lá, eu e meus amigos brincávamos de  pega-pega, esconde-esconde, chuta-lata . Eram tantas que nem me lembro de todas, mas chutar latas era a que  eu mais gostava.. Sentia uma alegria imensa porque ganhava todos os campeonatos.
Naquela época, namorar era muito difícil porque os pais  não saíam do pé . Não podia beijar  nem abraçar, só os casados podiam fazer isso.
Hoje, ainda moro em Indaial. Trabalho na escola  Mario Bonessi e tenho muito orgulho de ser merendeira.. Fico muito  feliz quando os alunos fazem homenagem  no dia do trabalhador  e lembram das merendeiras.
Bruno dos Santos Nascimento

A magia de dona Elisabeth



         Nasci e cresci em Indaial, há muito tempo atrás. Era uma garotinha vinda de uma família muito boa.
          Antigamente, morava em um lugar muito distante das outras casas. A noite, quanto eu e meus irmãos íamos dormir, ficávamos com muito medo pois atrás de minha casa havia uma floresta encantada com muitos monstros diferentes. As árvores pareciam lobos assustadores e as flores, á noite pareciam animais carnívoros. Havia também uma horta com plantas de poderes mágicos.
         Quanto eu era criança, adorava estudar, andava alguns quilômetros a pé para chegar à escola e, chegando lá, ia brincar com minhas amigas de boneca, chutar lata e também pular corda.
        Naquele tempo, eu também tive vários paqueras e namorados. Hoje sou casada e tenho três filhos.
        Nesse tempo que passou, posso garantir que estou muito orgulhosa porque, hoje, sou muito feliz com minha família e sinto comigo uma emoção grande de viver.
                                                                              
Laíza T.  Padilha

O viver da minha história

       Meu nome é Elisabeth. Nasci em Indaial numa época muito mais calma do que hoje.
       Antigamente as ruas eram de terra.  Em volta das casas havia hortas e muitas árvores. A minha casa era de madeira com bastante cupim. O chão era de barro. Quando eu me deitava, as portas batiam sem parar e eu ficava com muito medo!                 Quando eu era menina,  trabalhava  com os meus pais na roça, mas sempre sobrava um tempo para brincar de boneca, chutar latinha, pular corda e muitas outras coisas. Era tão legal  chutar latinhas que, um dia, eu quase fui parar no hospital porque  torci meu pé. Isso doeu tanto que eu até chorei!
       Naquela época, para namorar, só com 18 anos. Eu tinha que ficar com  ele, na frente dos meus pais.
       Hoje, sou merendeira de uma escola maravilhosa. Tenho 3 filhos que me deram netos e com o amor da minha vida, estou!   

Sarah Dionisia Fabian

O retrato da vida



        Me chamo Elisabeth. .Nasci e cresci em Indaial há muitos anos atrás, quando a cidade era pequena e com poucas casas no bairro. Hoje, tem vários prédios e todas as ruas são asfaltadas.
    Antigamente, morava em uma casa de madeira que ficava nos fundos de uma rua sem saída. Acordava com o som das galinhas,  cantando seu irritante e agudo som,às 6 horas da manhã!
   Quando eu era uma garotinha, adorava brincar com meus amigos de chutar latas, além de outras como: peteca, pular corda, pega-pega e esconde-esconde. Na escola jogávamos pingue-pongue,amarelinha e mata soldado.
    Quando namorava, gostava de homens mais velhos pois podíamos ir a qualquer lugar juntos porque ele era de maior. Sempre íamos ao cine Mok juntos. Era o nosso local preferido.
       Hoje, sou merendeira e trabalho na escola Mário Bonessi. Tenho 55 anos,  3 filhos maravilhosos e netos que, no futuro, poderão contar minha história!
                                                           
Delaila Maria Weiss

Do passado ao presente



Sou  Elisabeth Bertran.. Nasci e cresci em Indaial, local onde vivo ate hoje. As condições de vida do tempo em que eu era menina, eram diferentes das  condições de hoje. Orgulhava-me da vida que levava pois  tinha tudo o que precisava, apesar das dificuldades.
         Naquele tempo, minha casa era de madeira e ficava perto de um matagal escuro que  cobria a metade da rua que era de barro. De noite, a escuridão tomava conta da estrada.. Na hora de dormir, ficava com tanto medo que me escondia de baixo das cobertas e não saía até amanhecer.
         No bairro, não havia escola, por isso tinha que ir  a pé até o colégio que ficava no centro. De tanto andar, me sentia cansada e, às vezes, pensava em parar de estudar, mas via que não valia pena. Então, reunia os amigos e nos divertíamos com várias brincadeiras como: chutar latas, esconde-esconde e muito mais.
         Quando eu era jovem, vivia de olho em  um rapaz que morava perto da minha casa. Quando o via, meu  coração acelerava. Ele foi meu primeiro namorado, e é até hoje. Meu primeiro beijo também foi com ele, e me senti dona do mundo.
         Hoje, tenho 55 anos, moro  no mesmo bairro, e trabalho de merendeira na Escola de E. B. Profº Mario Bonessi. Tenho 3 filhos já formados e uma família feliz. Não é o emprego que eu queria mas consigo pagar minhas contas e comprar umas coisinhas para mim. Gosto da vida que tenho e me orgulho do que passei pois consegui quase tudo o que sonhei  para  minha vida, apesar das dificuldades.
                                                        
  Josiane da Cruz

Brincadeiras do passado

         Eu, Elisabeth, nasci e cresci em Indaial, numa época mais tranquila do que hoje, com poucas casas e pessoas.
       Antigamente, morávamos numa casa de madeira muito pequena com muitas árvores em redor.
       Quando era menina, brincávamos de boneca, chuta-lata e esconde-esconde. A escola era muito longe e tinha que ir a pé.
       Na minha época, namorar não era como hoje. Não podia andar  abraçado. Dei meu primeiro beijo com 16 anos.
        Hoje, tenho 55 anos, trabalho na escola e gosto da minha profissão de merendeira. Quero que meus filhos sigam meus exemplos e que saibam que levar a vida não é fácil. Vivo feliz com meu marido Ricardo Bertran.

Gabriel de Freitas

As Aventuras do meu passado



         Nasci e cresci em Indaial numa época bem distante.
          Naquele tempo, morava em uma casa que  tinha um jardim onde minha mãe plantava flores e meu pai uma bela horta e enquanto isso eu e meus irmãos ajudávamos na limpeza.
           Quando eu era menina, só tinha tempo para ir á escola e trabalhar. Só nos finais de semana brincava com meus amigos. A brincadeira que mais gostávamos era chuta–latas.
         Naquela época, nós namorávamos escondidos e dei o meu primeiro beijo com 16 anos. Quando eu e meu namorado começamos a trabalhar, depois de algum tempo, fomos morar juntos. Nos casamos com 20 anos e tivemos 3 filhos.
          Eu me chamo Elisabeth Bertran Tenho 55 anos e sou merendeira numa escola perto de minha casa. Mas este não é o final de minha  história pois tenho muito que viver e muito que contar de minha vida.
   
  Geovane Baldo

Brincadeiras de criança



Nasci e cresci  em  Indaial. Na minha época, uma cidade onde as pessoas se divertiam brincando nas ruas de barro, bem diferentes de hoje , em que as pessoas se divertem assistindo tv e mexendo nos computadores.
        Naquele tempo, morávamos em uma casa muito pequena de madeira da cor verde limão. Era cercada por figueiras que davam frutos o ano todo.   Ela  era muito  especial porque dava uma sombra muito agradável.
        Quando eu era menina,  amava brincar de pega-pega, esconde-esconde e chuta-latas , essa  era a brincadeira que nós mais gostávamos.
        Naquela época, era bem difícil   para namorar porque os meus pais ficavam olhando.   Eu e meu namorado  íamos  ao cinema e às festas da igreja e assim nós namorávamos.
        Hoje, trabalho em uma escola como merendeira.   Sou casada, tenho filhos e sou muito feliz com o meu trabalho e minha vida.

Matheus Massaia Bitello

Dificuldades



      Nasci em Santa Catarina, na cidade de Indaial  perto de  Blumenau  num bairro bem simples que se chamava Benedito.
      Antigamente, a minha casa era pequena, perto do rio Benedito. Ali morávamos eu e minha família. Mamãe chamava-se Maria e meu pai Eduardo. Eles eram muito trabalhadores e  de vez em quando, ajudava a plantar, a regar, mexer a terra e colher.
     Quando era menina, na  escola, brincávamos de: esconde-esconde, jogo da lata, pular corda, entre outros. As aulas também eram muito boas,  pois os professores eram muito exigentes.
      Naquela época, meu primeiro beijo foi com o meu primeiro namorado, aos 18 anos, no cine Mok. Só foi possível porque meus pais não estavam presentes,  pois não me deixariam namorar, era proibido! Então, namorávamos escondidos e fui muito feliz com José.
     Hoje, minha vida e minha cidade mudaram completamente.  Eu casei com José, tenho 2 filhos lindos e saudáveis.
                                  
  Sabrina Thais Vidal

A vida de uma mulher trabalhadora

Nasci e cresci em Indaial numa época muito tranquila. Hoje, tenho 55 anos e Indaial está muito diferente.
        Naquela época, morava numa casa  de madeira e em algumas paredes  havia cupim. O teto e o chão eram cheios de furos. A minha cama feita de palha, era muito ruim de dormir! A noite,  havia  movimentos e ruídos  e não conseguia  dormir.
        Antigamente,  quando ia à escola,  era um sofrimento pois tinha que andar quilômetros  para chegar lá, debaixo de sol. Chegava, e já ia brincar  com os meus amigos. A primeira vez  que  fui  brincar de chuta -lata, era tanta emoção que quebrei meu pé.  Fui  parar no hospital e depois ficou tudo bem.
        Quando era menina, meu primeiro beijo foi desastroso pois mordi os lábios do primeiro menino. O coitado ficou com a boca inchada. Com 14 anos tive meu primeiro namorado e com 17,casei-me com um homem muito carinhoso.
        Hoje, trabalho de merendeira. Tenho 3 filhos e netos. Tenho orgulho do que conquistei, por isso sou uma mulher feliz.

Nicole  Santos Rocha

As histórias de adolescente



Eu, Elisabeth Bertran, tenho 55 anos. Nasci e cresci em Indaial há muito tempo, numa época bem diferente de hoje.                  Antigamente, a cidade  era pequena com poucas casas e pouco comércio. Hoje, tem de sobra.
   Naquele tempo, a minha casa era de madeira com dois cômodos.
      Naquela época, eu e minhas amigas jogávamos chuta-lata, pique-esconde, pega-pega e demais brincadeiras.
       De repente, eu cresci, fiquei adolescente e tive meu primeiro namorado chamado Pedro. Nós íamos às festas da igreja, tomávamos sorvete e também ao cinema chamado cine Mok.
       Hoje, sou merendeira na Escola Mário Bonessi. Fico feliz de oferecer merenda aos alunos. Moro com o meu esposo e filho e  tenho muito mais para contar!

Daniel Mendes 

A varanda do papai!



       O meu nome é Elisabeth, nasci e cresci em Indaial. A cidade era muito pequena e com poucas casas.
       Naquele tempo, morava na rua Três Corações.  Minha casa era de madeira e muito pequena com muitas árvores frutíferas onde sentava para ouvir as histórias de terror que papai contava.
       Quando eu era menina, ia para a escola a pé pois não havia condução para chegar até lá. Ali, encontrava com meus colegas e começava a brincar.  Era a rainha da brincadeira.
       Antigamente, conheci meu namorado passeando pela praça da prefeitura. Quando eu passei perto dele eu me apaixonei...  foi amor a primeira vista! O meu coração bateu acelerado!
        Hoje, tenho a minha própria casa.  Moro com os meus filhos e netos. Gosto do meu trabalho  de merendeira e com o meu salário sustento a todos.

Andra Carla de Assis

O amor pelas brincadeiras da vida



          Eu nasci e vivi em Indaial. Meu nome é Elisabeth e eu tenho 55 anos. Onde  morava, tinha poucas casas e muita mata. Hoje em dia, a cidade está cheia de tecnologia, várias escolas, postos de saúde e mercados.
         Naquela época, a escola era longe e tinha que ir a pé. Quando chovia eu ia toda suja de lama para a escola.
         Antigamente, namorar não era fácil, porque os pais não deixavam nos beijar, então, eu e ele íamos ao cinema para namorar.
         Hoje em dia, a minha profissão é trabalhar de merendeira. Tenho muito orgulho disso e com o dinheiro que ganho, consigo sustentar os meus 3 filhos. Sou uma pessoa muito feliz.

Andrei Martins

Antigamente



       Nasci e cresci em Indaial numa época mais tranquila onde não havia muito movimento de automóveis. As ruas eram de terra e as casas simples de madeira. Diferente de hoje, em que os carros tomam as ruas asfaltadas.
       Naquele tempo, eu morava numa casa simples de madeira que ficava em uma rua sem saída na margem do rio Benedito.
       Quando eu era menina, eu e minha irmã subíamos no pé de goiabeira para saborear as deliciosas goiabas.



Diego Zeferino da Silva

A rua do sossego e suas histórias


         Falar do passado é reviver fatos que fazem das lembranças a minha história.
         Nasci e cresci em São Paulo. Morava numa casa simples em uma rua estreita e inclinada. Lá de cima, podia-se ver as moradias, uma ao lado da outra, espremidas como palitos numa caixa de fósforos, desaparecerem na descida do morro  que servia de vista para o pequeno bairro chamado Pedreira.
         Sem movimento de carros, apenas bicicletas que, na época, eram muito comuns e todos tinham uma    ah, como eu queria uma bicicleta!  Rua do Sossego, apelidada por mim e meus irmãos, foi palco de grandes fatos marcantes.
         Quando era menina    a vida não era cor-de-rosa    certa  tarde, ali, na Rua  do Sossego, um corpo desfalecia... As lágrimas rolavam... e com uma voz trêmula em suas últimas palavras, dizia-me para que continuasse sonhando, persistindo e que não desistisse...
         Enquanto a noite caía,  eu, triste, imóvel  e sem saber o que fazer,  quando  uma brisa suave tocou-me, avisando a partida de meu querido  primo...
         Antigamente, podíamos jogar futebol e brincar na rua. Sentíamos o ar puro que passava, resmungando e balançando as árvores por ali. Os vizinhos  visitavam-se e havia cordialidade e respeito.
         Hoje, a Rua do Sossego não é mais a mesma pois as crianças vivem trancadas em casa e não jogam mais futebol. Caminhões, carros e motos tomam as ruas trazendo o rastro da poluição e as pessoas, a violência.!
         Sou Doroty, 42 anos, três filhos e não moro mais na Rua do Sossego. Sou feliz? Sim! Mas não tanto como no passado!

 Rafael Neves Bandeira

Coisas da Vida


                                
       Há muito tempo atrás, nasci e cresci em Indaial, numa época mais tranquila do que hoje.
       Comprei um terreno grande e construí minha casa de madeira pequena, num lugar onde as ruas estreitas eram de  barro e esburacadas. Passavam poucas pessoas de bicicleta e pequenas carroças puxadas por cavalos brancos e marrom pois havia poucos carros.
       Quando eu era menina, tinha que ir para a escola a pé pois era  longe e meus  pés doíam! O aprendizado não era tão bom. A diversão minha era fazer trilhas no mato. Me pendurava no cipó e balançava como se o vento me levasse. Brincava com minhas bonecas de pano feitas por minha mãe.
       Naquela época, para namorar só a partir de 18 anos e nos fins de semana com os pais ao lado.
Meu nome é Aparecida e tenho 46 anos. Administro uma creche, sou casada e tenho 3 filhos que são tudo para mim.

 Mônica A. Silveira

O Grúfalo e seu filhinho.

O livro que li fala sobre o Grúfalo e seu filhinho.
O Grúfalo pediu para seu filho  não ir para floresta mas ele teimou e foi.
Então encontrou o rato mau que estava procurando e o Grúfalo não acreditou e o rato subiu numa árvore e com sua sombra o pobre Grúfalo foi embora e nunca mais  desobedeceu o seu pai.

Daniel Mendes dos Santos  - 9º ano Vespertino

O rei Bigodeira e sua banheira

O livro que li chama-se O rei Bigodeira e sua banheira. 
Ele conta que o rei estava tomando banho em sua enorme banheira, até que resolveu não sair mais do banho.
O pajé que era seu fiel empregado fez de tudo para o rei sair da banheira e acabou sem ideia.
O tempo passou, o rei foi recebendo visitas, mas mesmo assim não saia da banheira e a visita tinha que entrar dentro da banheira. Com tudo isso, o palácio tornou-se uma bagunça danada até que o pajé teve a ultima ideia que era tirar a rolha que segurava toda a água da banheira e o rei sem escolha saiu da banheira! 

Josiane Da Cruz  -  9º ano vespertino

A Raposa e as uvas

O livro que li chama-se A Raposa e as uvas.
Certo dia uma raposa faminta encontrou  uma árvore videira alta com uvas roxas e suculentas.
A raposa  com muita fome tenta pegar as uvas de todo jeito,mais com a sua perna quebrada não consegue subir na árvore. 
A raposa chama seu amigo gato,o gato  sobe na árvore  e pega varias uvas para os dois comerem e eles tem uvas para a semana inteira.


Andrei e Matheus - 9º ano vespertino 



Cascão

O livro que  li chama-se Cascão
Falava sobre aventuras da Turma da Mônica. 
Uma das histórias contava de um cachorro  que se chamassem ele de burro, ele imitava um burro,  imitava o que diziam que ele era. 
Outra, o Cascão ganhava um concurso para viajar com o astronauta até o espaço, mas   ele teve que limpar a nave e trabalhar.
Outra história falava de uma armação do Cascão e do Cebolinha para a Mônica.


Djonathan Z. Venson - 9ºano vespertino 



Os Miseráveis

O livro que li chama-se Os Miseráveis.
É um livro muito bom que fala sobre Jean Valjean, um ex-presidiário que sai da prisão após anos, é acolhido por um frade que ele acaba roubando um castiçal de prata.
Saindo da cidade, ele rouba uma moeda de uma criança que estava no chão, ao olhar a moeda vê um olho olhando para ele e, repara todos os seus erros e se transforma em um bom homem como antes de ser preso.
Ainda encontra uma menina que acaba adotando, ela cresce e começa a dar problemas para Jean Valjean.

Jorge Pavanello - 9º ano vespertino

“Os dois bodes teimosos”

O livro que li chama-se Os dois bodes teimosos.
Ele conta a história de quando os bodes são colocados para pastar, na época do verão, ás vezes eles vagueavam no alto das montanhas rochosas. 
Dois bodes haviam se perdido dessa maneira, cada um por si. 
Por acaso, eles se encontraram em cada um dos lados de uma ponta estreita de   um rio agitado.
  - Pare!Eu vou atravessar. Disse o primeiro bode.
  - Para você. Disse o segundo bode rudemente.
“Eu vou primeiro”
  Mesmo que os bodes tivessem um bom senso de equilíbrio, esses dois deveriam ter estremecido com o perigo. 
Em vez disso cada, um dos teimosos prosseguiram. 
Orgulhosos demais para retroceder primeiro um passo, depois mais um até que eles ficaram cara a cara.
  -Vá para traz. Disse um.
 -Não, você vá para traz. Disse o outro.
Os dois travaram os chifres e balançaram para frente e para trás. 
Na luta perderam o equilíbrio, e ambos caíram para baixo.
Dentro do agitado riacho pedregoso.
Ai de nós, pois o orgulho vem antes de uma queda.    


Jessica -  9º ano vespertino

A raposa e o corvo

O livro que li chama-se A raposa e o corvo.
O livro conta a história do corvo que conseguiu arranjar um pedaço de queijo, em algum lugar. 
Saiu voando, com o queijo no bico, até pousar numa árvore. 
Quando viu o queijo, a raposa resolveu se apoderar dele. 
Chegou ao pé da árvore e começou a bajular o corvo: 
—Ó senhor corvo! O senhor é certamente o mais belo dos animais!
Se souber cantar tão bem quanto a sua plumagem é linda, não haverá ave que possa se comparar ao senhor. Acreditando nos elogios, o corvo pôs-se imediatamente a cantar para mostrar sua linda voz. 
Mas, ao abrir o bico, deixou cair o queijo. 
Mais que depressa, a raposa abocanhou o queijo e foi embora. 

Naiara k.Figueiró.  - 9º ano vespertino

Eu chovo, tu choves, eles choves.

O livro que li chama-se  Eu chovo, Tu choves, Eles choves. 
Inicia contando a vida da autora e em seguida  começa a história do pingo de chuva.
Esse livro é uma peça teatral com diversos personagens.
A história do pingo começa quando, sempre, que ele ia chover, aparecia um amigo que proibia ele, mas antes  ele teria que retribuir um favor aos seus amigos.
Isso se repetiu por várias vezes e foi deixando-o mais agoniado.
Esse livro é muito bom, comecei a fazer a leitura e não dava mais vontade de parar, pois fui ficando cada vez mais curiosa para saber o final da história. 

 Ana Carolina e Mônica - 9º ano vespertino

        

"Fala Sério Mãe"

O livro que li, chama se “FALA SÉRIO MÃE!” escrito por Thalita Rebouças.

Esse livro é muito interessante porque relata, de uma maneira séria, e ao mesmo tempo humorada, a história, ou melhor a relação de amor e muitos conflitos de mãe e filha.

Thalita Rebouças soube expressar de forma detalhada esse tipo de relacionamento, sem usar palavras cansativas, tornando a leitura descontraída e divertida. Recomendo sim que jovens e adolescentes leiam o livro “FALA SÉRIO MÃE!”

Michelle M. dos Santos - 9º ano vespertino

O Escaravelho do Diabo

O livro que li chama-se o Escaravelho do Diabo.
O livro conta a historia de ação e suspense. Se você é ruivo e recebeu um escaravelho cuidado! É o alerta que Alberto, aluno da faculdade
de medicina, dá aos habitantes de vista Alegre, depois da morte de Hugo. Com esse crime teve início
uma terrível série de assassinatos.
Mas o que não falta na cidade são cabelos vermelhos: Clarence, Maria Fernanda, padre Afonso quem pode ser a próxima vítima? E qual a relação entre ruivos e escaravelhos? O  que poderia estar por trás de tudo
aquilo? É o estudante precisa descobrir antes que aconteça novo crime...
Acompanhe os passos de Alberto. Descubra você também o segredo do escaravelho do diabo.

Andra Carla de Assis  -  9ºano vespertino

sexta-feira, 17 de junho de 2011

O que o coração mandar

O LIVRO QUE LI CHAMA-SE O QUE O CORAÇÃO MANDAR.
ELE FALA SOBRE A VIDA DA FAMILIA
E AS TRISTEZAS DE HEMRIQUE.
FALA SOBRE A SEPARAÇÃO
 DOS PAIS.
      HENRIQUE  CONTA OS PROBLEMAS  QUE AS CRIANÇAS PASSAM COM A SEPARAÇÃO E SOFRIMENTO EM SE ADAPTAR COM A NOVA FAMILIA QUE SE TORNOU TÃO GRANDE.
MAS NO FINAL, TUDO ACABA SE TORNANDO MAIS FACÍL.


Diego Felipe Becker - 8º ano matutino 

RESGATE NA JORDANIA – O SEGREDO DO DESERTO

O livro que li chama-se RESGATE NA JORDANIA – O SEGREDO DO DESERTO.
Fala de uma lâmpada de Aladim que foi roubada e achada mas o gênio não estava dentro dela.
Conta sobre o Iraque e as crianças que morreram na guerra e a fome. Nessa história, uma mulher que foi pesquisar, passou medo e foi sequestrada. No fim conta que a lâmpada só poderia ser de Aladim mas o gênio não estava dentro dela e ninguém sabe onde o gênio foi parar.Recomendo.

Johanna 8º ano matutino

quinta-feira, 16 de junho de 2011

CAPITÃES DA AREIA

O livro que li é CAPITÃES DA AREIA.
O livro fala sobre 10 meninos que moravam em uma casa muito grande e que seus pais batiam neles.
Então até que um dia, eles resolveram fugir, morar na rua e para sobreviver tinham que roubar. Recomendo.

Vinícius - 8º ano matutino

Saudade

O livro que li se chama Saudade.
É um livro muito legal que contém poesias falando sobre Saudade.
São vários poetas como, Carlos Drumonnd de Andrade, Clarice Lispector, Raul Seixas e outros.
A poesia que mais gostei foi A Saudade Diminuiu ou Fomos Nós que Envelhecemos.
Há poesias bem interessantes e frases de reflexão bem legais.
É bem ilustrado, chama muita atenção e isso é bom.    Recomendo este livro para pessoas que gostam de poesias.

Larissa Grzybovski - 8° ano matutino

UMA FADA VEIO ME VISITAR

O livro que li chama-se UMA FADA VEIO ME VISITAR.
Conta sobre uma menina que não acreditava em fadas e bem no meio de uma noite recebeu a visita de uma fada.
Tatu, a fada, precisava da ajuda de Luna para cumprir uma missão que envolve Lara uma menina do colégio que Luna mais odiava.
Tatu e Luna tinham que ajudar Lara a passar por uma enorme confusão na família dela, uma confusão que terá resultados muito felizes.
Gostei muito do livro e recomendo pois você vai mergulhar numa aventura divertida, que não esquecerá jamais.

CAMILA FONTANA MARTINS - 8º ANO MATUTINO

Você


O livro que li chama-se Você.
São poemas da coleção Segredos do Coração e é escrito por vários escritores e cantores famosos. Eu gostei muito pois nesse livro, fala bastante sobre a vida.
O que mais apareceu foi sobre sucesso e a frase que mais gostei foi "A vida é pra quem topa qualquer parada não para quem para em qualquer topada". Foi escrita pelo BOB MARLEY.
Eu recomendo esse livro para quem gosta de conselhos sobre a vida ou para alguém que esta passando dificuldades na vida e precisa de uma ajudinha.
esse livro é o conselheiro exato.

Tenho certeza de que quem ler vai gostar.

Silvielly - 8°ano matutino

quarta-feira, 15 de junho de 2011

A Redação.

O livro que li chama-se A Redação.
Ele conta a história de um menino que perdeu seu pai.
Um dia, na escola, um Coronel pediu para fazer uma redação sobre o que a famílha faz à noite. E o menino escreveu sua história.
Gostei por que me fez chorar.

Alan de Amorim - 6º ano vespertino


Querido Diário Otário

O livro  que  li  chama-se Querido Diário Otário.
Ela, a Jamie, conta sobre como fazer um diário.  
Fala sobre ela e seu cachorro e sua vizinha a senhora Calson.
Escreve matérias que ela mais gosta como matemática e inglês.
E também  ela conta bastante coisas  como:  diversões, brincadeiras e   a  senhora  calson.
A aventura que mais gostei foi quando  ela e o Fedido fizeram um pinheiro de natal enfeitado.

Verônica - 6º ano vespertino

Violetas na Janela

O livro que li se chama Violetas na Janela.
        Gostei do livro porque é muito interessante pois fala sobre espiritismo. É um romance de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho e explica os sentimentos e eu gosto muito desses assuntos.
        Eu acho que me entendo com isso. Gostei muito e recomendo.

Camila Motta - 8º ano matutino

Fala Sério Professor


           O livro que li se chama “Fala Sério Professor”, de Thalita Rebouças e conta a história de Maria de Lourdes, mais conhecida como Malu e a convivência com os seus professores.            Conta várias historias na escola, na academia, no teatro e no curso de inglês e com os mais diversos tipos de professores.
            Desde Dos mais bonzinhos até os mais severos. São narradas histórias de seus 3 anos de idade até os 22 anos e de um jeito muito descontraído por Malu.
            Eu recomendo este livro, pois é muito divertido e engraçado.

Alana Maisa - 8º ano matutino

Tudo por um feriado

O livro que li chama-se Tudo por um feriado.
Conta a história de Ritinha que conheceu um garoto chamado Leandro e começaram a namorar. Ritinha foi viajar com Manu, Gabi e Susaninha. Elas foram para Minas Gerais para passar o carnaval na casa da avó de Susaninha. Estava tudo bem até que Gabi e a Manu brigaram por causa de um menino. Elas fizeram as pazes mas no baile de carnaval elas debocharam do filho do prefeito e os amigos dele que são muito mole aprontaram com eles só que elas armaram um plano para dar uma lição neles.
Eu recomendo esse livro por que ele me ensinou que o feriado é muito bom.

Jean Carlos Batista Costa - 8º ano matutino